Olá galerinha do mal !
Depois de muuito tempo fora, estou de volta, para a alegria da multidão!
Pois é, essa vida de estudante não é fácil, mas eu dou um jeitinho de aparecer aqui e falar sobre uma banda simplesmente sensacional: Móveis Coloniais de Acaju (Pois é Brasil, não é só de música estrangeira que se faz esse blog! )
Pois bem, comecemos: esta singela bandinha, que por acaso fez um show aqui mesmo na minha cidade, e que por outro acaso eu fui, é uma mistura de ritmos brasileiros, ska, e até uns ritmos europeus, e à essa bagunça os membros da banda dão o nome de feijoada búlgara.
A banda surgiu em 1998, em Goiás, e enquanto euzinha aprendia a falar e usar o troninho, esse pessoal já estava fazendo seus shows de banda de garagem. Mas o sucesso mostrou que eles precisavam investir, então lançaram seu primeiríssimo cd, e assim começou uma carreira de sucesso.
O grupo tem, além da típica guitarra, o baixo e a bateria, metais! Tá certo que eu sou suspeita pra falar do assunto, já que metais em banda sempre foram minha paixão, mas qualquer um pode ver ( e ouvir) que eles mandam muito bem. É o tipo de música que te faz pular e pensar, já que as letras são as mais malucas e filosóficas possíveis.
Depois de vários shows pelo Brasil, uma turnê na Europa eles estão de volta com tudo, até com festival próprio, o "Móveis Convida". Aliás, aproveitando o momento, uma breve explicação sobre o nomezinho da banda: refere-se à uma obscura Revolta do Acaju. (é, essa explicação fuleira é a unica á que eu tive acesso, contentem-se).
Então, fikdik, deixe seu Ipod cheio de musiquinhas importadas e prove deste produto nacionalíssimo, made in Brazil, da melhor qualidade, por que de pura importação o país quebra!
Beijinhos e beijocas, aproveitem :
Parafernália
Todo mundo ouve música, discute música, faz música. Então aqui está um blog pra discutir mais ainda, todos os tipos, sem preconceito :)
musica
sábado, 16 de abril de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Scott Pilgrim vs. The World
Scott Pilgrim versus o Mundo. é o título de filme que atrai de cara. Mas ai você lê aquela resenha sem graça, que te leva a pensar numa velha historia de amor adolescente, e um garoto enfrentando obstáculos comuns da vida pra conseguir ficar com a garota bonitinha. Broxou?
Pois se anime-se de novo novamente! Esse filme não tem nada de comum e monótono. Pra começar, quando eles dizem " versus o mundo", é sério. Scott é um garoto tímido, já na universidade, acho eu, que tenta se recuperar do fora que levou da última namorada. Mas quando ele conhece Ramona Flowers, o filme pega fogo. Por que Ramona é uma garota de cabelos multicoloridos, estilosa e meio dark, que se mudou recentemente para a cidade.O contraste perfeito com a atual namorada, que é uma colegial fofa e sorridente. Apesar da resistência dos amigos ( que incluem seu colega de quarto gay, a irmã controladora e uma garota boca-suja) Scott consegue sair com Ramona. E ai começa a luta. Por que a garota dos seus sonhos tem uma Liga de Ex's do Mau, que estão decididos a foder com o relacionamento (que ainda nem existe). E eles surgem quando o protagonista menos espera, e são sempre fortes, fodões e melhores que ele em vários aspectos. \/
Só a história louca já é o bastante pra chamar a atenção, mas o filme tem um que extra. Baseado numa série de quadrinhos, as cenas são enfeitadas com onomatopéias e efeitos típicos dos comics, o que as torna ainda mais nosense! As lutas com os exes, que incluem um skatista famoso e sua trupe de dubles, um baixista vegan super-poderoso, uma garota gótica e gêmeos-idênticos chineses ficam ainda mais legais com os efeitos exagerados, levelup, extra life e eetc.
Então, essa é a dica. Assistam, vale MUITO a pena! E aproveitem pra ouvir a música original aqui \/
Pois se anime-se de novo novamente! Esse filme não tem nada de comum e monótono. Pra começar, quando eles dizem " versus o mundo", é sério. Scott é um garoto tímido, já na universidade, acho eu, que tenta se recuperar do fora que levou da última namorada. Mas quando ele conhece Ramona Flowers, o filme pega fogo. Por que Ramona é uma garota de cabelos multicoloridos, estilosa e meio dark, que se mudou recentemente para a cidade.O contraste perfeito com a atual namorada, que é uma colegial fofa e sorridente. Apesar da resistência dos amigos ( que incluem seu colega de quarto gay, a irmã controladora e uma garota boca-suja) Scott consegue sair com Ramona. E ai começa a luta. Por que a garota dos seus sonhos tem uma Liga de Ex's do Mau, que estão decididos a foder com o relacionamento (que ainda nem existe). E eles surgem quando o protagonista menos espera, e são sempre fortes, fodões e melhores que ele em vários aspectos. \/
Só a história louca já é o bastante pra chamar a atenção, mas o filme tem um que extra. Baseado numa série de quadrinhos, as cenas são enfeitadas com onomatopéias e efeitos típicos dos comics, o que as torna ainda mais nosense! As lutas com os exes, que incluem um skatista famoso e sua trupe de dubles, um baixista vegan super-poderoso, uma garota gótica e gêmeos-idênticos chineses ficam ainda mais legais com os efeitos exagerados, levelup, extra life e eetc.
"Ok, mas cadê a música?", você deve estar se perguntando. Bem, o nosso personagem principal, apesar de bobo e lerdinho, é membro de uma banda chamada " the SexBomb-Omb" , de indie, e participam de umas batalhas de banda, que acabam sendo palco de várias lutas. Inclusive, em uma dessas batalhas, a banda de sua ex-namorada malvada se apresenta, como atração principal, com uma música genial : "Black Sheep" , do Metric. Mesmo cantada pela atriz-cantora e não pela vocalista original, a música é muito, muito boa.
A banda de Scott, apesar de ser só ficcional, tem algumas músicas alternativas, que até são legais.
O link do site oficial : http://www.scottpilgrimthemovie.com/
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Sessão : Movies that Rock
Roubando a ideia do VH1, (pra quem não sabe o que é, é um programa de música e relacionados), resolvi criar uma sessão só de filmes legais sobre música. E nosso primeiro convidado é : Tenacious D - The Pick of Destiny!
Bem, é um filme digno de Jack Black, o protagonista, como ele mesmo. Tudo começa na pequena cidade de Kickapoo ( vejam a música abaixo, ela basicamente dá uma introdução da história), onde vive o pequeno Jacob Black(vale a pena assistir só pelo little Jack Black, igualzinho!).
O garotinho que queria fazer rock vive sob o teto de uma família religiosa e opressiva( destaque para o pai, MEAT LOAF) . Estimulado pelo ex-vocalista do Black Sabbath Roonie Dio, a quem Jables se dirige como se rezasse, ele foge, para encontrar um companheiro que o ajude a aprender o rock. Encontra então KG, (Kyle Gass, como ele mesmo), e juntos partem em busca da palheta do destino (pick of destiny), feita do dente do próprio Belzebu, que garantiria o sucesso absoluto da banda.
ALERTA DE SPOILER, !
Após as maiores confusões, os dois conseguem pegar a palheta, que estava guardada com um super sistema de segurança no Museu do Rock. Prontos pra ganhar o concurso que motivou a busca, acabam brigando pela poderosa palheta, que acaba se partindo. E quem mais poderia surgir em toda sua ira e poder? É, o chifrudo em pessoa surge, pronto para acabar cm a raça dos roqueiros. Numa tentativa de se salvarem, JB desafia o demônio pra um duelo de rock, oferecendo KG como prêmio, caso percam. Depois de um solo arrasador de metal digno do senhor do inferno, o Tenacious D usa todo seu poder de fogo contra o inimigo, e consegue derrotá-lo. A palheta se parte novamente, e a dupla faz sua apresentação, ganhando o concurso, com a música “Master Exploder”.
O musical é hilário, as letras são de ficar sem fôlego de tanto rir. Tudo isso acompanhado do melhor estilo roqueiro fracassado de Jack Black, e com o violão e guitarra de Kyle, sempre bem-vindos. A banda já existia antes do filme, mas o longa consagrou a carreira, com as músicas escritas pelos 2 atores.
Pra quem curte metal, é obrigatório ouvir a música The Metal, que exemplifica vários tipos de metal em uma única música. Destaque pra Tribute, Belzeboss e The Pick Of Destiny.
É, essa foi a dica de filme/musical da semana, ou mês, ainda tenho que decidir :] . Assistam, e com legendas, por que não dá pra perder as letras, são demais!
Paz, amor e happyrock 'n roll !
Restart, Hori, Hevo84 e Cine. Aposto que os roqueiros de plantão já tremeram só com a menção dessas bandas. Mas relaxa, e tira esse cursor do botão de fechar!
Como qualquer fã de rock clássico, e até alguns metais, eu também franzia o nariz pra esses adolescentes metidos a roqueiro. Mas como não dá pra julgar sem entender, engoli o preconceito e fui atrás da boa e velha wikipedia pra conhecer um pouco mais desse tal de happyrock.
Ok, não posso dizer que mudei TOTALMENTE de opinião, que me surpreendi com a profundidade das letras e a criatividade dos letristas. Vamos admitir: 'aposto um beijo que você me quer' é uma cantada das mais fuleiras, e não tem nada de original no velho tema de amorzinho adolescente.
Bem, pra mim, que achava que era tudo a mesma coisa, mudou. E no meio dos novos grupos nacionais, resolvi falar desse tal de Restart, não só pelo maior sucesso, mas por que foi o que mais me chamou atenção. ( não é pra menos né, as roupas parecem que gritam na sua cara!).
Sempre me surpreendeu como uma bandinha tão insípida arrastava multidões chorando às portas do show. Mas pra fazer tanto sucesso, alguma coisa tem. Mesmo que não seja nenhum grupo genial, é fato que as calças coloridas e os cabelos malucos são sim inovadores, e até bem criativos. Quando o primeiro punk surgiu com a cabeça raspada e um moicano verde, muita gente também fechou a cara. Não duvido que a maioria achava que o estilo não ia vingar. E não podiam estar mais errados, né?
É caracteristisco da juventude essa coisa de se rebelar, inovar, escandalizar. E isso os garotos fizeram, e com bastante coragem. Sair do velho preto gótico como simbolo de rebeldia e abraçar as cores na sua forma mais vibrante não é pra qualquer um, não mesmo.
Sempre vai ter aquele cara que fala que é tudo modinha, mas toda modinha começa com um outro cara espertinho que descobre ou até cria um estilo todo novo, que acaba cativando bastante gente. Então, não é culpa do Restart se seus fãs soltam umas pérolas do tipo " p*ta falta de sacanagem" . Astro não escolhe fã, nem pede pra que eles façam esse tipo de manifestação besta.
O que me chateia nisso tudo é que, com tantos seguidores, e com uma nova corrente musical, o happyrock podia aproveitar pra divulgar algo mais do que roupas e óculos. Usando o punk de exemplo de novo, o estilo musical vinha com toda uma base política, que até pode não ser considerada ideal por muitos, mas pelo menos é mais do que consumismo e canções repetitivas. Sim, por que, apesar do estilo inovador, parece que o pessoal das bandas ficou com medo de tentar algo mais ousado e estancou. Quase não dá pra diferenciar algumas músicas, as letras usam rimas básicas de escola, do tipo ar-ar, ão-ão. Tá certo que não é qualquer um que compõe um single do milênio, e não se pode negar que eles toquem bem. Enfrentar uma audiencia enorme, sozinhos num palco, todo mundo esperando um show de arrasar, é um desafio e tanto. E não se pode negar que eles lidam muito bem com a pressão toda. Mas, se é pra fazer direito, faça com estilo B)
Não vou dizer que sou fã, mas com certeza admiro a coragem e a originalidade da banda. E acredito que eles tem potencial pra crescer mais, só falta uma dosezinha de ousadia extra. Então, minha dica é nunca deixar o sucesso subir a cabeça e achar que tá tudo muito bom. Mude sempre, as bandas que conseguem manter o estilo e a originalidade independente das metamorfoses que sofrem são aquelas que nunca são esquecidas, e suas músicas atravessam os anos sendo admiradas pelas novas gerações. Ah, e uma mensagem mais séria e consistente não faz mal a ninguém!
Como qualquer fã de rock clássico, e até alguns metais, eu também franzia o nariz pra esses adolescentes metidos a roqueiro. Mas como não dá pra julgar sem entender, engoli o preconceito e fui atrás da boa e velha wikipedia pra conhecer um pouco mais desse tal de happyrock.
Ok, não posso dizer que mudei TOTALMENTE de opinião, que me surpreendi com a profundidade das letras e a criatividade dos letristas. Vamos admitir: 'aposto um beijo que você me quer' é uma cantada das mais fuleiras, e não tem nada de original no velho tema de amorzinho adolescente.
Bem, pra mim, que achava que era tudo a mesma coisa, mudou. E no meio dos novos grupos nacionais, resolvi falar desse tal de Restart, não só pelo maior sucesso, mas por que foi o que mais me chamou atenção. ( não é pra menos né, as roupas parecem que gritam na sua cara!).
Sempre me surpreendeu como uma bandinha tão insípida arrastava multidões chorando às portas do show. Mas pra fazer tanto sucesso, alguma coisa tem. Mesmo que não seja nenhum grupo genial, é fato que as calças coloridas e os cabelos malucos são sim inovadores, e até bem criativos. Quando o primeiro punk surgiu com a cabeça raspada e um moicano verde, muita gente também fechou a cara. Não duvido que a maioria achava que o estilo não ia vingar. E não podiam estar mais errados, né?
É caracteristisco da juventude essa coisa de se rebelar, inovar, escandalizar. E isso os garotos fizeram, e com bastante coragem. Sair do velho preto gótico como simbolo de rebeldia e abraçar as cores na sua forma mais vibrante não é pra qualquer um, não mesmo.
Sempre vai ter aquele cara que fala que é tudo modinha, mas toda modinha começa com um outro cara espertinho que descobre ou até cria um estilo todo novo, que acaba cativando bastante gente. Então, não é culpa do Restart se seus fãs soltam umas pérolas do tipo " p*ta falta de sacanagem" . Astro não escolhe fã, nem pede pra que eles façam esse tipo de manifestação besta.
O que me chateia nisso tudo é que, com tantos seguidores, e com uma nova corrente musical, o happyrock podia aproveitar pra divulgar algo mais do que roupas e óculos. Usando o punk de exemplo de novo, o estilo musical vinha com toda uma base política, que até pode não ser considerada ideal por muitos, mas pelo menos é mais do que consumismo e canções repetitivas. Sim, por que, apesar do estilo inovador, parece que o pessoal das bandas ficou com medo de tentar algo mais ousado e estancou. Quase não dá pra diferenciar algumas músicas, as letras usam rimas básicas de escola, do tipo ar-ar, ão-ão. Tá certo que não é qualquer um que compõe um single do milênio, e não se pode negar que eles toquem bem. Enfrentar uma audiencia enorme, sozinhos num palco, todo mundo esperando um show de arrasar, é um desafio e tanto. E não se pode negar que eles lidam muito bem com a pressão toda. Mas, se é pra fazer direito, faça com estilo B)
Não vou dizer que sou fã, mas com certeza admiro a coragem e a originalidade da banda. E acredito que eles tem potencial pra crescer mais, só falta uma dosezinha de ousadia extra. Então, minha dica é nunca deixar o sucesso subir a cabeça e achar que tá tudo muito bom. Mude sempre, as bandas que conseguem manter o estilo e a originalidade independente das metamorfoses que sofrem são aquelas que nunca são esquecidas, e suas músicas atravessam os anos sendo admiradas pelas novas gerações. Ah, e uma mensagem mais séria e consistente não faz mal a ninguém!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Who the fuck are the Arctic Monkeys?
Então, depois de pensar e repensar nas mil bandas legais pra apresentar aqui, resolvi começar com uma relativamente nova, favoritíssima minha, que eu acho que vale a pena dar uma conferida: Meet the Arctic Monkeys!
Esses bêbes que você vê acima (bêbes sim, tão novinhos, e tão bons quanto muito cara velho) são Alex Turner (vocal e guitarra) , Jamie Cook ( guitarra) , Nick O'Malley ( baixo) e Matthew Helders (bateria e vocal de apoio).
Bem, esses garotos vêem do mágico antro da música: Inglaterra. Sempre importando gênios e músicos sensacionais, a terra do chá e dos gentlemans e ladies, conseguiu de novo. Os Arctic Monkeys são uma banda meio indie rock, com músicas apaixonantes, letras malucas e inteligentes, além do ritmo diferente do rock comum, e ainda assim empolgante e atraente.
O que começou como uma banda de garagem entre vizinhos é hoje um sucesso no Reino Unido, e se depender de mim, no Brasil e no resto todo. Depois de 3 albuns ótimos, prêmios e liderando as vendas de discos, os garotos só merecem elogios, não só meus, mas de astros como Noel Gallagher, do Oasis ( que tem fama de cri cri), David Bowie e Mick Jagger.
Recomendo principalmente os hits:
- Fluorescent Adolescent
- Fake Tales of San Francisco
- I Bet You Look Good On the Dance Floor
- Bigger Boys and Stolen Sweethearts
- Leave Before The Lights Come on
- Dance Little Liar
Além do básico do rock, como a bateria cadenciada que te prende no ritmo, riffs de guitarra, as músicas tem efeitos muito interessantes, como na intro de Dance Little Liar. Isso pra não falar da voz suave e arrastada do vocal, que dá um toque todo especial no sotaque britânico costumeiro.
Recomendo mesmo a banda, pra quem já curte rock, mas tem a cabeça mais aberta pra mudanças do estilo tradicional guitarra base-solo agudinho-bateria na sombra, e curta o bom e velho rock inglês.
Então, Arctic boys, o Brasil espera vocês, então tratem de nos incluir na próxima turnê!
Só pra dar uma noção :]
Esses bêbes que você vê acima (bêbes sim, tão novinhos, e tão bons quanto muito cara velho) são Alex Turner (vocal e guitarra) , Jamie Cook ( guitarra) , Nick O'Malley ( baixo) e Matthew Helders (bateria e vocal de apoio).
Bem, esses garotos vêem do mágico antro da música: Inglaterra. Sempre importando gênios e músicos sensacionais, a terra do chá e dos gentlemans e ladies, conseguiu de novo. Os Arctic Monkeys são uma banda meio indie rock, com músicas apaixonantes, letras malucas e inteligentes, além do ritmo diferente do rock comum, e ainda assim empolgante e atraente.
O que começou como uma banda de garagem entre vizinhos é hoje um sucesso no Reino Unido, e se depender de mim, no Brasil e no resto todo. Depois de 3 albuns ótimos, prêmios e liderando as vendas de discos, os garotos só merecem elogios, não só meus, mas de astros como Noel Gallagher, do Oasis ( que tem fama de cri cri), David Bowie e Mick Jagger.
Recomendo principalmente os hits:
- Fluorescent Adolescent
- Fake Tales of San Francisco
- I Bet You Look Good On the Dance Floor
- Bigger Boys and Stolen Sweethearts
- Leave Before The Lights Come on
- Dance Little Liar
Além do básico do rock, como a bateria cadenciada que te prende no ritmo, riffs de guitarra, as músicas tem efeitos muito interessantes, como na intro de Dance Little Liar. Isso pra não falar da voz suave e arrastada do vocal, que dá um toque todo especial no sotaque britânico costumeiro.
Recomendo mesmo a banda, pra quem já curte rock, mas tem a cabeça mais aberta pra mudanças do estilo tradicional guitarra base-solo agudinho-bateria na sombra, e curta o bom e velho rock inglês.
Então, Arctic boys, o Brasil espera vocês, então tratem de nos incluir na próxima turnê!
Só pra dar uma noção :]
Um blog parafernal :)
Bem, depois de uma certa insistência externa, alguma resistência, decidi criar meu blog :3
Não pretendo falar da minha vida, e se isso acontecer, deve ser com assuntos relacionados ao tema desse singelo blog : MÚSICA.
De todos os tipos e cores, do gótico ao happyrock, música é um assunto que nunca acaba, nunca deixa de ser polêmico e quase sempre á apreciado. Então, como uma viciada de carteirinha, aqui estou para discutir modinhas e clássicos, tipos, estilos e astros, tudo que possa se associar à música nossa de cada dia.
A ideia geral é falar sem preconceitos, sem rotulação e aquela velha opinião formada sobre tudo( desculpa, não deu pra evitar) .
Não sei se vocês já cansaram de briguinhas sobre gostos musicais, mas eu já. Gosto é de cada um, por pior que seja :P. Então não espere um longo texto revolts contra Justin Bieber ou uma dissertação sobre o poder do rock, não vai rolar. É claro que eu tenho minhas preferências, mas música é música, e sendo tal, vai estar aqui.
Então, depois de muita enrolação, daquela nota longa que inicia uma música especialmente boa e que deix a a plateia com a respiração suspensa, let the music start!
Não pretendo falar da minha vida, e se isso acontecer, deve ser com assuntos relacionados ao tema desse singelo blog : MÚSICA.
De todos os tipos e cores, do gótico ao happyrock, música é um assunto que nunca acaba, nunca deixa de ser polêmico e quase sempre á apreciado. Então, como uma viciada de carteirinha, aqui estou para discutir modinhas e clássicos, tipos, estilos e astros, tudo que possa se associar à música nossa de cada dia.
A ideia geral é falar sem preconceitos, sem rotulação e aquela velha opinião formada sobre tudo( desculpa, não deu pra evitar) .
Não sei se vocês já cansaram de briguinhas sobre gostos musicais, mas eu já. Gosto é de cada um, por pior que seja :P. Então não espere um longo texto revolts contra Justin Bieber ou uma dissertação sobre o poder do rock, não vai rolar. É claro que eu tenho minhas preferências, mas música é música, e sendo tal, vai estar aqui.
Então, depois de muita enrolação, daquela nota longa que inicia uma música especialmente boa e que deix a a plateia com a respiração suspensa, let the music start!
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